O último armazém da rua Sete
Veja um trecho do conto
“Lembro-me o dia da inauguração, trinta anos atrás, 1974, do primeiro armazém da rua, uma grande festa, sortida, tinha de tudo. Eu tinha 37 anos, . Fui obrigado a mudar para a capital. Minha mulher não se conformava em ficar longe dos filhos que iam estudar, fazer o científico e depois a faculdade. Vendi a fazenda, comprei aquela bela casa incrustada na esquina da rua Sete com Dr. Moreira [...]”
Alguns dos temas em debate
O autor conta a saga do empreendedor, a vinda do interior para montar o seu negócio na cidade grande e como ele sobreviveu no seu negócio com a modernização e a evolução dos tempos.
Qual a sua visão do Conto?
Que lições e conceitos inerentes à área de negócio você conseguiu perceber?
Catarina Sartorelli:
O conto é um pouco melancólico e triste, no entanto retrata a realidade de muitos empreendedores que colocam o negócio e sobrevivem à duras penas, por não conseguir acompanhar a evolução dos tempos. Os sobreviventes são poucos, na maioria quebram. Catarina Sartorelli. SP/SP
30 de agosto de 2008, 17:31